Semana Teológica da Paróquia São Francisco de Assis
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06/11/2019 EPC Notícias Semana Teológica da Paróquia São Francisco de Assis
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São João del-Rei: No dia 04 de novembro, deu-se início a 9ª Semana Teológica do curso de Teologia da Paróquia de São Francisco de Assis. Todos os anos, a equipe coordenadora deste curso, destaca um tema que reflete a atual situação de nossa Igreja. Este ano, com o tema “Batizados e Enviados: a Igreja de Cristo em missão”.

Após oração conduzida pelos postulantes franciscanos, Dom José Eudes iniciou essa semana agradecendo e falando da importância dos (as) leigos (as) na caminhada de nossa diocese. Lembrou-nos do ano do laicato que é esse despertar para o serviço de uma Igreja em saída.

Em seguida, frei Arlaton Luiz Soares de Oliveira, palestrante do dia, trabalhou o tema: “O Batismo: vocação para a missionariedade”. Segundo frei Arlaton, o cristão deve testemunhar Jesus Cristo, configurando-se a Ele. Apresentou alguns documentos da Igreja que refletem a missão da Igreja a partir do ano de 1919.

- Maximum Illud (Bento XV de 1919): uma das características dessa carta é manter e nutrir a fé dos cristãos. A carta trás uma preocupação sacramental da época, mas destaca que, aqueles que saem em missão devem estar preparados.

- Rerum Ecclesiae (Pio XII de 1926): este papa deu ênfase a missão na Igreja. A missão é uma obrigação dos crentes, por causa do amor a Deus, da caridade com o próximo e da gratidão pela fé recebida.

- Evangelii Praecones (Pio XII de 1951): o documento fala que, diante das ameaças, a missão deve ser responsável pelo chamado a fé e a constituição da Igreja com um clero nativo. Entendendo a missão como respeito aos elementos culturais dos povos.

- Princeps Pastorum (João XXIII de 1959): a missão é para todos e os cristãos e estes não podem ficar encerrados em si mesmos. Na missão deve-se utilizar dos valores locais. O Papa João XXIII ressalta a importância da juventude na missão.

Com o Concílio Vaticano II (1962-1965), três documentos merecem atenção:

- Lumen Gentium: a Igreja tem a missão de anunciar o Reino de Deus a todos os povos. Essa missão é dada a todos os cristãos que pela força do batismo os impelem ao compromisso.

- Gaudium et Spes: somos chamados a dar continuidade a missão de Cristo.

- Ad Gentes: a Igreja é enviada a todos os povos para ser sacramento universal de salvação. O estabelecimento do Reino de Deus compete aos cristãos ser sal da terra e luz do mundo.

Outros documentos:

- Envagelii Nutiandi (Paulo VI de 1975): o cristão é aquele que acolhe a fé em Jesus Cristo e a vive em comunidade. Evangelizar constitui uma graça como dom de Deus. É nossa identidade recebida no batismo. A comunidade dos cristãos, realmente, nunca é algo fechado em si mesma. É comunidade de crentes e de esperança.

- Redemptoris Missio (João Paulo II de 1990): destaca o testemunho daquele que evangeliza.

- Evangelii Gaudium (Papa Francisco de 2013): a Igreja em saída é a comunidade de discípulos missionários que primeireiam, que se envolvem, que acompanham, que frutificam e festejam. A Igreja evangeliza e se evangeliza com a liturgia, que é também celebração da atividade evangelizadora e fonte dum renovado impulso para se dar. Em virtude do Batismo recebido, cada membro do povo de Deus tornou-se discípulo missionário (cf. Mt 28, 19). Cada um dos batizados, independentemente da própria função na Igreja e do grau de instrução da sua fé, é um sujeito ativo de evangelização.

- Documento de Aparecida (2007): Jesus saiu ao encontro das pessoas em situações muito diferentes e Ele continua convidando a encontrar n’Ele o amor do Pai. Por isso, o discípulo missionário há de ser um homem ou uma mulher que torna visível o amor misericordioso do Pai, especialmente para com os pobres e pecadores.

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