Celebrando o Domingo de Ramos em Família em tempos de Convid-19
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04/04/2020 CNBB e O Canto na Liturgia Notícias Celebrando o Domingo de Ramos em Família em tempos de Convid-19
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A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) convida a todos a viverem de forma muito especial o Domingo de Ramos durante a quarentena do coronavírus. Cada um e cada família, em suas casas, são chamados a celebrar o próximo domingo com fé e esperança. Por isso, A CNBB propõe cinco pontos para ajudar os fiéis na celebração do Domingo de Ramos.

Para fazer o download do arquivo para a celebração do Domingo de Ramos em família, clique aqui. 

Vamos celebrar o Domingo de Ramos?

  • 1. Rezar pedindo a graça de bem viver a Semana Santa, ainda que em recolhimento em casa.
  • 2. Colocar no portão ou na porta de casa (em lugar bem visível) alguns ramos. Marcar a casa é uma característica do povo de Deus.
  • 3. Participar das celebrações transmitidas pela televisão ou pelas redes sociais.
  • 4. Comprometer-se a, no futuro, participar ativamente da Coleta da Campanha da Fraternidade. Com ela, ajudamos os mais pobres.
  • 5. Motivar pelas redes sociais, telefonemas ou outros meios que mantenham o distanciamento social, outras pessoas a também celebrarem o domingo de Ramos desse mesmo modo.

Celebração

O SENHOR NOS REÚNE

T.: Saudemos com hosanas O Filho de Davi! Bendito o que nos vem em nome do Senhor! /Jesus, rei de Israel, / Hosana nas alturas! Mt 21,9

D.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

T.: Amém.

D.: O Deus da Esperança, que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco.

T.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

D.: Após percorrermos as cinco semanas da Quaresma, que nesta ocasião foi totalmente diferente das demais que já tínhamos vivenciado, não deixamos de praticar o jejum, a oração e a caridade. Crescemos na fé, no amor à Deus e aos irmãos e irmãs.

Gostaríamos de estar hoje reunidos em nossa Igreja, reunidos em Comunidade. Diante de toda esta situação, devemos permanecer em casa, e como Família, celebrarmos este Domingo de Ramos, através da escuta e meditação da Palavra de Deus.

Continuamos seguindo os passos de Jesus, que chega a Jerusalém. “Celebrando com fé e piedade a memória desta entrada”, possamos participar do Mistério da sua Paixão, Morte e Ressurreição.

Cultivemos a fé, a perseverança e a coragem. Acolhamos com esperança a Palavra que meditaremos, para que, como Igreja Doméstica, saibamos cultivar e multiplicar entre nós os sentimentos de Cristo.

EVANGELHO:

L.: Do Evangelho segundo Mateus   Mt 21,1-11

Naquele tempo, Jesus e seus discípulos aproximaram-se de Jerusalém e chegaram a Betfagé, no monte das Oliveiras. Então Jesus enviou dois discípulos, dizendo-lhes: “Ide até o povoado que está ali na frente, e logo encontrareis uma jumenta amarrada e com ela um jumentinho. Desamarrai-a e trazei-os a mim! Se alguém vos disser alguma coisa, direis: ‘O Senhor precisa deles, mas logo os devolverá’” Isso aconteceu para se cumprir o que foi dito pelo profeta: “Dizei à filha de Sião: Eis que o teu rei vem a ti, manso e montado num jumento, num jumentinho, num potro de jumenta”. Então os discípulos foram e fizeram como Jesus lhes havia mandado. Trouxeram a jumenta e o jumentinho e puseram sobre ele suas vestes, e Jesus montou. A numerosa multidão estendeu suas vestes pelo caminho, enquanto outros cortavam ramos das árvores, e os espalhavam pelo caminho. As multidões que iam a frente de Jesus e os que o seguiam, gritavam: “Hosana ao Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana no mais alto dos céus!” Quando Jesus entrou em Jerusalém a cidade inteira se agitou, e diziam: “Quem é este homem?” E as multidões respondiam: “Este é o profeta Jesus, de Nazaré da Galileia”. Palavra da Salvação. T.: Glória a Vós Senhor!

(Neste momento algum membro da família fixa na porta da casa, do lado de fora, ou noutro local visível um ramo como sinal de comunhão espiritual com toda a Igreja. Enquanto se afixa o ramo se canta...)

Hosana hei, hosana ha Hosana hei, hosana hei, hosana ha. ( bis )

1) Ele é o santo Ele é o Filho de Maria. Ele é o Deus de Israel, Ele é o Filho de Davi. Santo é o seu nome é o Senhor Deus do universo. Glória a Deus de Israel nosso Rei e Salvador.

2)  Vamos a ele com as flores dos trigais, com os ramos de oliveira, com alegria e muita paz. Santo é o seu nome é o Senhor Deus do universo. Glória a Deus de Israel nosso rei e salvador.

D.: Senhor, que fazeis passar da morte para a vida quem ouve a vossa palavra, tende piedade de nós.D.: No dia em que celebramos a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, também somos convidados a morrer para o pecado e ressurgir para uma vida nova. Reconheçamo-nos necessitados da misericórdia do Pai:

T.: Senhor, tende piedade de nós.

D.: Cristo, que quisestes ser levantado da terra para atrair-nos a vós, tende piedade de nós.

T.: Cristo, tende piedade de nós.

D.: Senhor, que nos submeteis ao julgamento da vossa cruz, tende piedade de nós.

T.: Senhor, tende piedade de nós.

D.: Deus misericordioso tenha piedade de nós, perdoe nossos pecados, e nos conduza à vida eterna. T.: Amém.

D.: Rezemos juntos:

T.: Ó Deus, autor da vida, com ramos de oliveira, crianças, jovens, adultos, pobres e tantos outros aclamaram Jesus ao entrar em Jerusalém. Abençoai nossa família, que está aqui reunida. Que no meio desta pandemia, possamos celebrar com confiança, nosso caminho pascal. Por Cristo, nosso Senhor. Amém.

 

A VOSSA PALAVRA É A LUZ DOS NOSSOS PASSOS

Forma breve: Mt 27,11-54

D.: Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo Mateus.

L.1: Naquele tempo, Jesus foi posto diante de Pôncio Pilatos, e este o interrogou: T.: “Tu és o rei dos judeus?”

L.1: Jesus declarou:

D.: “É como dizes”.

L.1: E nada respondeu, quando foi acusado pelos sumos sacerdotes e anciãos. Então Pilatos perguntou:

L.2: “Não estás ouvindo de quanta coisa eles te acusam?”

L.1: Mas Jesus não respondeu uma só palavra, e o governador ficou muito impressionado. Na festa da Páscoa, o governador costumava soltar o prisioneiro que a multidão quisesse. Naquela ocasião, tinham um prisioneiro famoso, chamado Barrabás. Então Pilatos perguntou à multidão reunida:

T.: “Quem vós quereis que eu solte: Barrabás, ou Jesus, a quem chamam de Cristo?”

L.1: Pilatos bem sabia que eles haviam entregado Jesus por inveja. Enquanto Pilatos estava sentado no tribunal, sua mulher mandou dizer a ele:

Mulher: “Não te envolvas com esse justo, porque esta noite, em sonho, sofri muito por causa dele”.

L.1: Porém, os sumos sacerdotes e os anciãos convenceram as multidões para que pedissem Barrabás e que fizessem Jesus morrer. O governador tornou a perguntar: T.: “Qual dos dois quereis que eu solte?”

L.1: Eles gritaram:

T.: “Barrabás”.

L.1: Pilatos perguntou:

L.3: "Que farei com Jesus, que chamam de Cristo"?

L.1: Todos gritaram:

T.: “Seja crucificado!”

L.1: Pilatos falou:

L.2: “Mas, que mal ele fez?”

L.1: Eles, porém, gritaram com mais força:

T.: “Seja crucificado!”

L.1: Pilatos viu que nada conseguia e que poderia haver uma revolta. Então mandou trazer água, lavou as mãos diante da multidão, e disse:

L.3: “Eu não sou responsável pelo sangue deste homem. Este é um problema vosso!”

L.1: O povo todo respondeu:

T.: “Que o sangue dele caia sobre nós e sobre os nossos filhos”.

L.1: Então Pilatos soltou Barrabás, mandou flagelar Jesus, e entregou-o para ser crucificado. Em seguida, os soldados de Pilatos levaram Jesus ao palácio do governador, e reuniram toda a tropa em volta dele.

L.1: Tiraram sua roupa e o vestiram com um manto vermelho; depois teceram uma coroa de espinhos, puseram a coroa em sua cabeça, e uma vara em sua mão direita.

Então se ajoelharam diante de Jesus e zombaram, dizendo:

T.: “Salve, rei dos judeus!”

L.1: Cuspiram nele e, pegando uma vara, bateram na sua cabeça. Depois de zombar dele, tiraram-lhe o manto vermelho e, de novo, o vestiram com suas próprias roupas. Daí, o levaram para crucificar. Quando saíam, encontraram um homem chamado Simão, da cidade de Cirene, e o obrigaram a carregar a cruz de Jesus. E chegaram a um lugar chamado Gólgota, que quer dizer “lugar da caveira”. Ali deram vinho misturado com fel para Jesus beber. Ele provou, mas não quis beber. Depois de o crucificarem, fizeram um sorteio, repartindo entre si as suas vestes. E ficaram ali sentados, montando guarda.

Acima da cabeça de Jesus puseram o motivo da sua condenação: T.: “Este é Jesus, o Rei dos Judeus”.

L.1: Com ele também crucificaram dois ladrões, um à direita e outro à esquerda de Jesus. As pessoas que passavam por ali o insultavam, balançando a cabeça e dizendo:

T.: “Tu, que ias destruir o Templo e construí-lo de novo em três dias, salva-te a ti mesmo! Se és o Filho de Deus, desce da cruz!”

L.1: Do mesmo modo, os sumos sacerdotes, junto com os mestres da Lei e os anciãos, também zombavam de Jesus:

T.: “A outros salvou… a si mesmo não pode salvar! É Rei de Israel… Desça agora da cruz! e acreditaremos nele. Confiou em Deus; que o livre agora, se é que Deus o ama! Já que ele disse: Eu sou o Filho de Deus”.

L.1: Do mesmo modo, também os dois ladrões que foram crucificados com Jesus o insultavam. Desde o meio-dia até às três horas da tarde, houve escuridão sobre toda a terra. Pelas três horas da tarde, Jesus deu um forte grito:

D.: “Eli, Eli, lamá sabactâni?”

L.1: Que quer dizer: “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?” Alguns dos que ali estavam, ouvindo-o, disseram:

T.: “Ele está chamando Elias!”

L.1: E logo um deles, correndo, pegou uma esponja, ensopou-a em vinagre, colocou-a na ponta de uma vara, e lhe deu para beber. Outros, porém, disseram:

T.: “Deixa, vamos ver se Elias vem salvá-lo!”

L.1: Então Jesus deu outra vez um forte grito e entregou o espírito.

( Quem puder se ajoelha por alguns instantes. )

L.1: E eis que a cortina do santuário rasgou-se de alto a baixo, em duas partes, a terra tremeu e as pedras se partiram. Os túmulos se abriram e muitos corpos dos santos falecidos ressuscitaram! Saindo dos túmulos, depois da ressurreição de Jesus, apareceram na Cidade Santa e foram vistos por muitas pessoas. O oficial e os soldados que estavam com ele guardando Jesus, ao notarem o terremoto e tudo que havia acontecido, ficaram com muito medo e disseram: T.: “Ele era mesmo Filho de Deus!”

D.: Palavra da Salvação.

T.: Glória a vós, Senhor.

( Pequeno momento de silêncio, meditação ou partilha da Palavra )

D.: Professemos a nossa fé:

T.: Creio em Deus Pai...

 

A DEUS SE ELEVA A NOSSA PRECE

D.: Irmãos e irmãs, caminhemos com o Cristo Messias, justo e bondoso, pobre e vitorioso. A ele prestemos nossas homenagens e façamos os nossos pedidos.

L.: Senhor, subiste a Jerusalém para sofrer e assim entrar na glória; conduze o teu povo à Páscoa da Ressurreição! T.: Bendito seja aquele que vem!

L.: Fizeste da cruz a árvore da vida. A todos nós renascidos pelo batismo, dá-nos caminhar como filhos e filhas da luz. T.: Bendito seja aquele que vem!

L.: Vieste para salvar os pecadores; ajuda-nos a ser misericordiosos com nossos irmãos e irmãs e a dedicar-nos com amor no serviço do teu Reino. T.: Bendito seja aquele que vem!

L.: Curai, redentor nosso, os sofrimentos de nossos irmãos e irmãs. Olhai por todos os que estão envolvidos no enfrentamento desta pandemia, principalmente os profissionais da saúde.

T.: Bendito seja aquele que vem!

D.: Conscientes do sofrimento de muitos no tempo presente, continuemos a rezar:

T.: Senhor Jesus, ajuda-nos a ver na tua Cruz todas as cruzes do mundo: ( rezar cada linha abaixo alternadamente pelos presentes) a cruz das pessoas que têm fome de pão e amor;

  • a cruz das pessoas sozinhas e abandonadas até mesmo por seus próprios filhos e parentes;
  • a cruz das pessoas sedentas de justiça e paz; a cruz das pessoas que não têm o conforto da fé;
  • a cruz dos idosos que se arrastam sob o peso dos anos e da solidão;
  • a cruz dos migrantes que encontram as portas fechadas por causa do medo e dos corações blindados por cálculos políticos;
  • a cruz dos pequenos, feridos na sua inocência e na sua pureza;
  • a cruz da humanidade que vaga na escuridão da incerteza e na escuridão da cultura do momentâneo;
  • a cruz das famílias despedaçadas pela traição, pelas seduções do mal ou pela homicida superficialidade e pelo egoísmo;
  • a cruz dos consagrados que procuram incansavelmente levar a tua luz ao mundo e se sentem rejeitados, zombados e humilhados;
  • a cruz dos consagrados que, no caminho, esqueceram o seu primeiro amor;
  • a cruz dos teus filhos que, acreditando em Ti e procurando viver de acordo com tua palavra, se encontram marginalizados e descartados até mesmo por suas famílias e coetâneos;
  • a cruz das nossas fraquezas, das nossas hipocrisias, das nossas traições, dos nossos pecados e das nossas muitas promessas quebradas;
  • a cruz da tua Igreja que, fiel ao teu Evangelho, fadiga a levar o teu amor até mesmo entre os próprios batizados;
  • a cruz da Igreja, a tua esposa, que se sente continuamente atacada por dentro e por fora;
  • a cruz da nossa casa comum que murcha seriamente diante dos nossos olhos egoístas e cegos pela ganância e pelo poder.

T.: Senhor Jesus, reaviva em nós a esperança da ressurreição e da tua vitória definitiva contra todo o mal e toda a morte. Amém! D.: Voltemos nosso coração ao Pai, rezando:

T.: Pai nosso...

D.: Ó Deus, fiel às tuas promessas, aumenta a fé de todas as pessoas que creem em ti. Livrai-nos desta pandemia e dá-nos a graça de caminharmos ao teu encontro, como Igreja doméstica. Por Cristo, nosso Senhor. T.: Amém.

 

INVOQUEMOS A BENÇÃO DO NOSSO DEUS

D.: Concedei, ó Pai, a vossa bênção à nossa família, e dai-nos a alegria na esperança, a fortaleza na tribulação, a perseverança na oração, a solicitude atenta às necessidades dos irmãos e a diligência no caminho de conversão que estamos a percorrer nesta Quaresma.

Todos fazem o sinal da cruz sobre si, enquanto o dirigente continua: D.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

T.: Amém.

Pode concluir-se com a antífona mariana “À vossa proteção”

T.: À vossa proteção recorremos, Santa Mãe de Deus. Não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livra-nos sempre de todos os perigos, ó Virgem gloriosa e bendita. Amém.

(Cada família poderá adaptar o esquema conforme as necessidades. Os cantos são sugestões podendo ser trocados por outros, respeitando sempre o espírito quaresmal que estamos vivendo).

Sugestão de Canto:

Eu vim para que todos tenham vida / Que todos tenham vida plenamente / Eu vim para que todos tenham vida / Que todos tenham vida plenamente

1. Entreguei a minha vida pela salvação de todos. Reconstrói, protege a vida de indefesos e inocentes. Onde morre o teu irmão, eu estou morrendo nele.

2. Vim buscar e vim salvar o que estava já perdido. Busca, salva e reconduze a quem perdeu toda a esperança. Onde salvas teu irmão, tu me

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