Província Santa Cruz - Franciscanos - OFM - Belo Horizonte, MG
Santo Franciscano do dia
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Memória de São Francisco de Assis
16 jul
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Aniversário da canonização de São Francisco de Assis por Gregório IX (1228).

Deus já tinha glorificado São Francisco em vida; depois da morte prosseguiu essa glorificação com numerosos e prodigiosos milagres realizados junto ao seu sepulcro. O escritor franciscano Bartolomeu de Pisa descreve detalhadamente 30 casos de ressurreições de mortos ocorridas pela intercessão do Santo. Honório III já tinha dado instruções para se abrir o processo de canonização do Pobrezinho, mas morreu em 1227. Com o nome de Gregório IX, sucedeu-lhe o cardeal Hugolino, amigo pessoal de São Francisco e Protetor da Ordem, que ainda mais se empenhou em continuar o processo e o concluir rapidamente.

Assim, no dia 16 de Julho de 1228, o papa deslocou-se a Assis, à igreja de S. Jorge, onde o Santo fora sepultado, e diante de numerosos cardeais, bispos e sacerdotes e com enorme afluência de frades e freiras da Ordem franciscana, proclamou solenemente: “Para louvor e glória de Deus omnipotente, Pai, Filho e Espírito Santo, da gloriosa Virgem Maria, dos santos apóstolos Pedro e Paulo, para honra da Igreja Romana, querendo prestar veneração na terra ao Bem-aventurado Francisco, a quem Deus já glorificou no céu, ouvido o parecer favorável de nossos irmãos cardeais e demais prelados, declaramos que ele deve ser inscrito no catálogo dos Santos, e fixamos a sua festa para o dia da sua morte”.

E logo o próprio Pontífice entoou o Te Deum, cantado por todos os presentes com grande entusiasmo.

O místico cantor de Deus e das criaturas, o Santo do amor e da fraternidade universal, o pacífico renovador da sociedade, o estigmatizado do Alverne, desde esse dia foi apresentado pela voz do Vigário de Cristo como exemplo a imitar por todos os cristãos.

Um túmulo grandioso, erguido sobre o Monte do Paraíso, em Assis, acolheu depois as veneráveis relíquias do Santo. E sobre esse túmulo, o génio de Frei Elias realizou a maravilha daquela tríplice e majestosa basílica, verdadeira joia da arte italiana, onde os pincéis de Cimabue, de Giotto e de outros grandes artistas italianos prestaram homenagem ao santo do amor e da pobreza. E desde então, através dos séculos, os filhos do seráfico Patriarca têm sido os guardas fervorosos e vigilantes do sono do Pai bem-aventurado.

Aí acorrem continuamente peregrinos de todo o mundo, a pedirem a intercessão de São Francisco para o imitarem, seguindo o seu próprio itinerário espiritual em direção a Deus e em conformidade com o espírito do Evangelho.

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